11 novembro, 2011
10 novembro, 2010
II Jornadas Aclusianas
Sob o tema "As Independências das Américas: celebrar para interrogar", realizaram-se no dia 9 de Novembro de 2010 as II Jornadas Aclusianas, uma iniciativa da ACLUS – Associação de Cultura Lusófona, que este ano teve o apoio do Núcleo Lusófono da História da Universidade Lusófona.
O tema visou celebrar o bicentenário da independência do México, Venezuela e Argentina. A sessão foi aberta pelas Sras. Professoras Maria Adelina Amorim, e Olga Iglésias, distinta Presidente do Núcleo Lusófono das História. Como convidado especial, Exmo. Sr. Doutor Fernando Cristóvão, fundador da ACLUS, que comemorava precisamente nesse dia o seu 88.º aniversário.
Entre os oradores contavam os alunos do terceiro ano do Curso de História da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa. As suas comunicações, tiveram como base os seus trabalhos académicos para o Módulo Américas da Cadeira de Descolonizações; América, África e Ásia. De salientar a presença na sala do Sr. Embaixador da República do Paraguai, Don Luiz Fretes Carreras, que felizmente para o orador sobre o Paraguai, só se apresentou no final da sessão.
O programa foi ordenado por ordem cronológica das independências; assim foi o colega Carlos Tavares a Iniciar as apresentações com a Revolução Americana, ao qual se seguiram: Armando Correia (1776), com o Haiti (1804); Anabela Pereira com o México (1810); Elsa Cunha com a Argentina (1810), Vítor Escudero com a Venezuela (1810); Paulo Medeiros com o Paraguai (1811), Deolinda Mendes com o Chile (1818) e Higino Marçal com o Uruguai. Seguiu-se uma comunicação do colega Vítor Escudero, sobre a Falerística no Novo Mundo, igualmente integrado na avaliação da mesma cadeira.
Os trabalhos seriam encerrados pela Sra. Professora Maria Adelina Amorim, com a sua comunicação sobre o Brasil, porém ainda houve temo para a nossa cara colega, Conceição Alves, nos falar sobre a Independência do Perú. No final houve uma alegre confraternização entre os alunos das três turmas do Curso de História, docentes e restante assistência, onde foi servido um excelente beberete, com algumas iguarias tradicionais do nosso país como o Bolo da Boda da Sertã, um delicioso bolo de laranja, vinho do Porto, ou a bem tradicional jeropiga entre outros petiscos.
Mais uma vez, e apesar do grande nervosismo, foi um enorme prazer fazer parte, de mais uma excelente iniciativa do nosso Núcleo Lusófono da História, em Conjunto com a ACLUS e com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Paulo Medeiros
03 abril, 2009
Património artistico português em Goa

Ler mais.....
30 janeiro, 2009
Núcleo Lusófono da História
Quem precisar de mais esclarecimentos pode responder a este apelo neste blogue.
Queremos pessoas motivadas e que partem da convicção de que o futuro que queremos pode ser construído somente com a compreensão do passado, e não ignorando o passado.